A escolha dos EPIs deve considerar os riscos de cada atividade e as exigências das Normas Regulamentadoras aplicáveis.
Quem trabalha em oficina, indústria, manutenção ou construção civil encontra riscos diferentes a cada serviço. Pode ser o ruído de uma máquina, uma peça projetada durante o corte, o contato com produtos químicos ou uma atividade com risco de queda.
As Normas Regulamentadoras, conhecidas como NRs, estabelecem obrigações de segurança e saúde no trabalho. Elas orientam desde a organização das atividades até o controle dos riscos, a capacitação das equipes e o uso de Equipamentos de Proteção Individual.
Para quem executa o serviço, entender essas normas ajuda a reconhecer situações perigosas. Para quem compra equipamentos ou administra uma empresa, ajuda a especificar produtos, organizar responsabilidades e planejar a prevenção.
Neste guia, você vai conhecer as NRs de 1 a 38, entender as obrigações da empresa e do trabalhador e encontrar caminhos para consultar equipamentos de segurança e EPIs conforme a necessidade da operação.
As Normas Regulamentadoras são disposições obrigatórias que complementam a legislação trabalhista brasileira em segurança e saúde no trabalho. Seu objetivo é prevenir acidentes e doenças relacionados às atividades profissionais.
Elas complementam o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT. As primeiras normas foram aprovadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978.
A elaboração e a revisão envolvem representantes do governo, dos empregadores e dos trabalhadores. Os textos oficiais podem ser consultados no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Na prática, as NRs ajudam a responder perguntas como: quais riscos precisam ser controlados, quem pode executar determinada atividade e quais medidas devem existir antes do início do trabalho?
A regra geral alcança organizações e órgãos públicos que tenham empregados regidos pela CLT. A aplicação também pode abranger outras relações jurídicas, conforme previsto em lei.
As exigências variam conforme as atividades, os riscos e o campo de aplicação de cada norma. Uma oficina, um hospital e uma mineradora não têm exatamente as mesmas obrigações.
Por isso, identificar as NRs aplicáveis exige olhar para o trabalho realizado, as instalações e os equipamentos utilizados. O tamanho da empresa, sozinho, não responde essa questão.
A numeração vai da NR-1 à NR-38, mas são 36 normas vigentes na relação consultada do MTE. A NR-2 e a NR-27 foram revogadas e permanecem na lista como referências históricas.
Outro cuidado é distinguir publicação de vigência. Uma nova redação pode ser publicada com prazo futuro para começar a valer, como ocorreu com a revisão da NR-10 em 2026.
A seguir, você encontra um resumo dos 38 números. Para aplicar uma exigência ao seu estabelecimento, consulte o texto vigente e conte com orientação de um profissional de segurança e saúde no trabalho.
Estabelece a base das demais NRs, incluindo direitos, deveres e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, o GRO.
O Programa de Gerenciamento de Riscos, PGR, deve conter, no mínimo, inventário de riscos e plano de ação. O gerenciamento também abrange fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, como previsto na redação do capítulo 1.5 com vigência em maio de 2026.
Tratava dos procedimentos de inspeção prévia de novos estabelecimentos. Foi revogada em 2019.
Isso não elimina as obrigações de prevenção previstas nas demais normas. Instalações, máquinas e processos continuam sujeitos aos requisitos aplicáveis e à fiscalização.
Estabelece critérios para embargo e interdição diante de situações de grave e iminente risco.
Essas medidas têm caráter preventivo: buscam impedir que uma condição perigosa resulte em lesão grave ou adoecimento. Podem alcançar atividades, máquinas, setores, estabelecimentos ou obras, conforme o caso.
Regulamenta os Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho, conhecidos como SESMT.
O dimensionamento considera critérios previstos na norma, como número de empregados e grau de risco. Esses profissionais apoiam a empresa na prevenção, avaliação das condições de trabalho e implementação das medidas necessárias.
Trata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, a CIPA.
A participação dos trabalhadores ajuda a identificar problemas da rotina que nem sempre aparecem nos procedimentos escritos. A norma estabelece regras de organização, funcionamento e capacitação, conforme o enquadramento do estabelecimento.
É a referência para aprovação, comercialização, fornecimento e utilização de EPI.
Na compra, verifique o Certificado de Aprovação, o CA, e a proteção indicada para o modelo. A categoria de EPIs da Loja do Mecânico ajuda na pesquisa, mas a seleção deve partir dos riscos da atividade.
Estabelece diretrizes para o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, o PCMSO.
O acompanhamento da saúde deve considerar os riscos ocupacionais identificados. Exames e avaliações integram a prevenção, mas não substituem melhorias nas condições de trabalho ou medidas de controle das exposições.
Define requisitos de segurança para edificações utilizadas como locais de trabalho.
Pisos, aberturas, circulação e proteção contra intempéries fazem parte desse contexto. Um ambiente organizado precisa permitir deslocamento seguro, sem improvisos que exponham trabalhadores a quedas ou outros acidentes.
Trata da avaliação e do controle das exposições ocupacionais a esses agentes.
Ruído, calor, poeiras e substâncias químicas exigem avaliações compatíveis com a situação. A escolha de protetores auriculares ou máscaras respiratórias deve considerar os resultados dessa análise, e não apenas o tipo de serviço.
Estabelece medidas de controle e prevenção dos riscos elétricos.
Luvas comuns, calçados de uso geral e ferramentas convencionais não podem ser presumidos adequados para intervenções elétricas. Capacitação, autorização, procedimentos e proteção precisam ser compatíveis com o trabalho.
Atualização: a Portaria MTE nº 737/2026 aprovou uma nova redação, com vigência geral prevista para 1º de junho de 2027 e prazo específico para determinado requisito em instalações existentes. Ao pesquisar vestimentas de proteção, confira a indicação para o risco específico; a categoria reúne produtos com finalidades diferentes.
Abrange transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.
Tem relação com operações envolvendo equipamentos de movimentação de cargas e organização do armazenamento. Capacitação, inspeções e controle da circulação precisam acompanhar a operação. Um colete refletor, quando especificado, não substitui a separação segura entre pessoas e veículos.
Estabelece requisitos de segurança para máquinas e equipamentos.
Proteções, dispositivos de segurança, procedimentos e manutenção fazem parte da prevenção. Usar óculos de proteção não compensa a ausência de uma proteção obrigatória da máquina. A operação deve ser analisada como um conjunto.
Trata da integridade estrutural e da segurança dos equipamentos abrangidos por seu campo de aplicação.
Pode envolver reservatórios de ar comprimido, conforme as características e os critérios normativos. Inspeção, documentação e manutenção precisam ser avaliadas tecnicamente; a presença de pressão exige atenção além do uso de EPI.
Estabelece requisitos para construção, instalação, operação e manutenção de fornos.
O controle envolve as características do equipamento e os riscos do processo. Quando necessários, produtos de proteção para o corpo devem ter desempenho adequado à exposição, sem presumir que qualquer tecido protege contra calor.
Apresenta critérios para caracterização de atividades e operações insalubres, conforme seus anexos.
A análise depende do agente e das condições de exposição. Fornecer um EPI, isoladamente, não demonstra que uma exposição foi controlada ou que determinada condição deixou de existir.
Trata da caracterização de atividades e operações perigosas nas hipóteses previstas em seus anexos.
O enquadramento exige avaliação das condições reais de trabalho. Não basta associar uma profissão ou produto à periculosidade, sem considerar os critérios legais e técnicos aplicáveis.
Orienta a adaptação das condições de trabalho às características dos trabalhadores.
Envolve organização das tarefas, movimentação de cargas, mobiliário, equipamentos e condições ambientais. A compra de cinta ergonômica não substitui a avaliação ergonômica nem resolve, por si só, excesso de esforço ou levantamento inadequado de cargas.
Estabelece requisitos para segurança e saúde no trabalho na construção.
Abrange diferentes etapas e estruturas do canteiro. A especificação de capacetes de segurança, botinas, luvas e proteção contra quedas precisa acompanhar os riscos de cada atividade e as medidas coletivas previstas.
Trata de segurança nas atividades abrangidas envolvendo explosivos, incluindo requisitos para fabricação, armazenamento e transporte.
São operações que exigem controles específicos, procedimentos e atendimento à regulamentação pertinente. Não existe um conjunto genérico de EPIs que torne qualquer atividade com explosivos segura.
Estabelece requisitos de segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis.
A prevenção envolve instalações, procedimentos, capacitação e resposta a emergências. A proteção individual deve acompanhar a avaliação dos riscos, sem substituir o controle de fontes de ignição e outras medidas exigidas.
Trata das condições de trabalho em ambientes externos, incluindo proteção contra intempéries.
Conforme a atividade, podem ser avaliadas capas de chuva, vestimentas e protetor solar. Esses produtos integram cuidados distintos e não substituem abrigo, organização do trabalho e controle da exposição.
Estabelece requisitos específicos para atividades de mineração abrangidas pela norma.
Poeiras minerais, máquinas, circulação, estabilidade e condições ambientais precisam ser considerados. A seleção de proteção respiratória depende dos contaminantes e da exposição, além dos controles adotados no processo.
Trata de prevenção e proteção contra incêndios, considerando a legislação estadual e, quando aplicável, normas técnicas oficiais.
Inclui informações aos trabalhadores e condições para abandono seguro do local. Rotas de saída precisam permanecer utilizáveis; sinalização de segurança não resolve uma passagem bloqueada.
Estabelece requisitos para instalações sanitárias e condições de conforto nos locais de trabalho.
Abrange aspectos como locais para refeições, vestiários e alojamentos, conforme a situação. Segurança também depende de infraestrutura adequada para higiene, alimentação e necessidades básicas da equipe. Produtos de limpeza e higienização apoiam os cuidados de rotina, respeitadas suas instruções de uso.
Trata da proteção dos trabalhadores diante dos riscos associados aos resíduos industriais.
A coleta, o acondicionamento e o encaminhamento devem considerar suas características. A escolha de luvas de proteção, calçados e vestimentas depende da exposição, sem substituir o gerenciamento adequado dos resíduos.
Abrange sinalização e identificação de riscos, além de aspectos de classificação, rotulagem e informações de segurança de produtos químicos.
Placas de sinalização, cones e fitas e correntes podem apoiar a organização das áreas. A aplicação deve respeitar a finalidade e os requisitos pertinentes.
Tratava do registro profissional do técnico de segurança do trabalho. Foi revogada em 2008.
A revogação dessa NR não significa que a profissão deixou de ser regulamentada. É necessário consultar a legislação e os procedimentos administrativos aplicáveis ao exercício profissional.
Estabelece procedimentos de fiscalização e critérios relacionados às penalidades por descumprimento das exigências de segurança e saúde.
Para a empresa, a prevenção deve integrar a rotina: manter documentos coerentes com a operação e corrigir problemas antes que provoquem acidentes.
Trata de segurança e saúde nas atividades portuárias abrangidas pela norma.
Movimentação de cargas, circulação, operações em embarcações e interação entre equipes exigem planejamento. A proteção individual acompanha os riscos específicos do trabalho executado.
Estabelece requisitos para segurança e saúde no trabalho aquaviário.
As condições a bordo exigem medidas próprias de prevenção e organização. Equipamentos e procedimentos devem considerar a embarcação, a atividade e as demais regulamentações aplicáveis.
Abrange agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura.
Máquinas, ferramentas, animais e produtos químicos podem gerar exposições diferentes. A escolha de luvas de proteção, vestimentas e calçados deve acompanhar cada tarefa, sem adotar o mesmo conjunto para todas as operações.
Estabelece medidas de proteção para trabalhadores dos serviços de saúde.
A seleção de equipamentos deve considerar riscos biológicos, químicos e outros presentes nas atividades. Uma máscara destinada a outra aplicação não deve ser presumida adequada para procedimentos de saúde.
Estabelece requisitos para trabalhos em espaços confinados, incluindo gestão dos riscos, capacitação, Permissão de Entrada e Trabalho e resposta a emergências.
Uma máscara comum não torna segura a entrada nesses ambientes. A avaliação das condições atmosféricas e as medidas previstas para entrada e resgate são essenciais.
Trata das condições de segurança nessas atividades.
Soldagem, corte e movimentação de estruturas estão entre as situações que exigem atenção. Máscaras de solda e aventais devem ser especificados conforme o processo e as exposições identificadas.
Aplica-se às atividades com diferença de nível acima de dois metros em relação ao nível inferior, quando houver risco de queda.
Exige planejamento, organização e medidas de prevenção. Cinturões, talabartes e trava-quedas precisam integrar um sistema compatível, definido tecnicamente. Comprar os componentes separadamente não garante essa compatibilidade.
Estabelece requisitos para segurança e saúde em empresas de abate e processamento de carnes e derivados.
Organização do trabalho, máquinas, ferramentas e condições ambientais precisam ser considerados. A proteção contra cortes, por exemplo, deve ser compatível com a tarefa e o equipamento utilizado.
Trata de segurança, saúde e condições de vivência no trabalho em plataformas de petróleo.
A prevenção considera os riscos e a complexidade das operações a bordo. Equipamentos de proteção fazem parte de uma estrutura que também envolve procedimentos, capacitação e preparação para emergências.
Estabelece requisitos para as atividades de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos abrangidas pela norma.
A seleção de luvas, calçados e vestimentas deve considerar os riscos da operação. Alguns requisitos têm regras transitórias, como as alterações de 2025 e 2026 relacionadas a calçados; consulte o texto atualizado antes de especificar a compra.
As NRs tratam de prevenção de forma ampla. O EPI é uma parte desse trabalho.
Uma proteção instalada em uma máquina, por exemplo, atua sobre o acesso à zona perigosa. Já um óculos protege os olhos contra os riscos previstos para aquele modelo. Um não substitui automaticamente o outro.
O planejamento deve priorizar a eliminação dos perigos e o controle dos riscos, incluindo medidas coletivas e de organização do trabalho. A proteção individual entra conforme a avaliação e as exigências aplicáveis.
Isso evita um erro comum: tentar resolver qualquer problema de segurança comprando mais equipamentos para o trabalhador.
A empresa deve organizar a prevenção, cumprir as exigências aplicáveis e assegurar condições para que o trabalho seja executado com segurança.
Quanto aos EPIs, suas responsabilidades incluem:
Para o comprador corporativo, isso pede uma especificação que vá além de “comprar luvas”. Informe o risco, a proteção necessária, os tamanhos e as condições de uso.
A padronização faz sentido quando respeita as diferenças entre funções e trabalhadores. Um único modelo para toda a empresa pode simplificar o pedido, mas não necessariamente atender à operação.
O trabalhador deve cumprir as orientações de segurança, colaborar com a prevenção e realizar os exames médicos previstos nas NRs.
Quanto ao EPI, cabe utilizar o equipamento para sua finalidade, cuidar da limpeza, guarda e conservação e comunicar danos, perda ou alterações que prejudiquem o uso.
Se o equipamento não ajusta, incomoda de forma que compromete a atividade ou apresenta defeito, o problema precisa ser comunicado. Improvisar adaptações pode alterar a proteção.
O trabalhador também pode interromper uma atividade quando, por motivos razoáveis, identificar risco grave e iminente à vida ou à saúde, comunicando imediatamente ao superior. A NR-1 prevê proteção contra consequências injustificadas dessa interrupção.
Ao pesquisar EPIs certificados, confira a aprovação do modelo e sua adequação ao trabalho. O CA não significa proteção contra todos os riscos.
Compare a descrição do certificado, a ficha técnica e as instruções do fabricante com a especificação definida para a atividade. Tamanho, ajuste e compatibilidade com outros equipamentos também merecem atenção.
Consulte óculos de proteção, protetores faciais e capacetes de segurança.
Impactos, respingos e radiações exigem proteções específicas. A aparência semelhante entre dois produtos não comprova que atendem à mesma exposição. Para soldagem, consulte a seção de máscaras de solda; para reposição, confira os acessórios para máscaras e proteção facial compatíveis com o modelo.
A categoria de máscaras de proteção reúne famílias com finalidades distintas. Na seção de máscaras respiratórias, a seleção precisa considerar o contaminante e as condições de exposição. Respiradores para partículas não devem ser presumidos adequados para gases e vapores.
Para ruído, compare protetores tipo concha e tipo plug conforme a avaliação e o ajuste necessário.
As categorias de luvas de malha e tecido, látex e PVC e lona e vaqueta ajudam a localizar opções.
O material é apenas o início da comparação. Resistência a cortes, calor e agentes químicos depende do modelo. Em máquinas com partes giratórias, o uso de luvas deve ser avaliado pelo risco de arraste.
Para complementar a pesquisa, consulte aventais de proteção e vestimentas de proteção. Avalie cobertura, mobilidade e proteção especificada antes de escolher.
Consulte botinas, botas de PVC e calçados de segurança esportivos.
Para navegar por construção do produto, veja botinas com biqueira de aço e botinas sem biqueira de aço. A ausência de aço, sozinha, não informa todas as proteções do calçado; confira a ficha e o CA.
Nas botas, compare opções de cano curto e cano médio ou longo. Ser impermeável não significa resistir a qualquer produto químico, e a altura do cano não substitui a avaliação da proteção necessária.
A categoria de trabalho em altura reúne opções para pesquisa.
A seleção deve considerar o sistema completo, incluindo ancoragem, conexões, movimentação e resgate. Cordas de segurança e acessórios para trabalho em altura precisam atender à especificação técnica e às instruções dos fabricantes.
Os assentos de suspensão têm finalidade própria e não substituem o sistema de proteção contra quedas.
A seção de protetor solar cremes de proteção e higienização facilita a pesquisa por finalidade. Há páginas específicas de cremes de proteção e repelentes.
Esses produtos não são intercambiáveis. Confira indicação, restrições e modo de uso de cada um, sem atribuir automaticamente a todos o enquadramento como EPI.
Depois de definir a especificação, a navegação por marca ajuda a comparar modelos e localizar reposições. A marca, isoladamente, não comprova adequação ao risco; verifique cada produto.
Consulte as páginas de óculos Carbografite, Kalipso, Danny, Prosafety, Boxer e Vonder. Compare ajuste, cobertura e proteção declarada para o modelo.
Encontre páginas de capacetes Vonder, Delta, Carbografite, Sayro e Steelflex. Verifique as características do capacete e a compatibilidade dos componentes de reposição.
Para pesquisar opções de vestuário de alta visibilidade, consulte coletes Vonder, Plastcor, LDI Safety, Proteplus, Carbografite, Nove 54 e Steelflex. A escolha deve considerar a aplicação e os requisitos definidos para a operação.
A pesquisa pode começar pelas páginas de joelheiras Carbografite, Vonder e Cortag. Confira finalidade, ajuste e limitações; o nome comercial não comprova enquadramento como EPI.
Não. Uma categoria comercial pode reunir EPIs, acessórios e outros produtos de apoio à prevenção.
Joelheiras, cintas ergonômicas, coletes refletores e produtos de higiene não devem ser classificados automaticamente como EPIs apenas pelo nome ou pela seção do catálogo.
Também é importante distinguir cremes de proteção, cuja aprovação depende da finalidade, de protetores solares e itens de limpeza. Placas e cones, por sua vez, são recursos de sinalização, não equipamentos de proteção individual.
Ao consultar acessórios de segurança, confira a aplicação e a compatibilidade com os equipamentos já utilizados pela equipe.
Acesse a relação oficial de Normas Regulamentadoras do MTE, abra a norma desejada e confira o texto consolidado.
Observe as portarias de alteração, os anexos e as datas de vigência. Páginas de histórico ajudam a entender a evolução da norma, mas podem mencionar regras antigas.
Para uma compra empresarial, registre a especificação aprovada e confirme se o produto oferecido corresponde ao modelo avaliado. Isso facilita conferência, reposição e acompanhamento do fornecimento.
NR significa Norma Regulamentadora. As NRs estabelecem obrigações de segurança e saúde no trabalho e complementam a legislação trabalhista brasileira.
A NR-2, sobre inspeção prévia, e a NR-27, sobre registro profissional do técnico de segurança do trabalho, estão revogadas. A numeração permanece na relação histórica.
A NR-6 trata de Equipamentos de Proteção Individual. Outras normas também estabelecem medidas de proteção para atividades e riscos específicos.
EPI é a sigla de Equipamento de Proteção Individual. Para o plural, “EPIs” é uma forma usual, sem apóstrofo. A expressão “EPI’s” aparece em buscas, mas o apóstrofo é desnecessário em português.
O empregador deve fornecer gratuitamente os EPIs necessários ao trabalho, conforme os riscos e as exigências aplicáveis. A compra deve seguir a especificação adequada à atividade.
CA significa Certificado de Aprovação. Identifica a aprovação do equipamento para as proteções descritas no documento. Deve corresponder ao fabricante ou importador e ao modelo consultado.
Não. A validade do CA está relacionada à aprovação para comercialização. Após a aquisição regular, devem ser observados a validade do produto, suas condições de conservação e as orientações do fabricante.
Não. O cumprimento pode envolver proteção coletiva, adequação de máquinas, procedimentos, capacitação, acompanhamento de saúde e documentação, conforme a atividade.
Não da mesma forma. As exigências dependem do campo de aplicação de cada norma, das atividades executadas e das condições de trabalho.
Na categoria de equipamentos de segurança da Loja do Mecânico. Use a especificação definida para sua atividade para comparar modelos, fichas técnicas e informações de aprovação.
Escolher bem começa por entender o risco. Depois, é preciso comparar a proteção oferecida, conferir o modelo e assegurar condições para o uso correto.
Na Loja do Mecânico, consulte as categorias de EPIs para empresas e profissionais e encontre opções para oficina, indústria, manutenção e construção civil.
Leve para a compra a especificação da sua equipe de segurança. Assim, a escolha acompanha a necessidade real de quem executa o serviço.
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